Desenrola Brasil 2.0: Serasa e Correios firmam parceria para ampliar negociações de dívidas

Os consumidores poderão negociar as dívidas presencialmente em mais de 10 mil agências dos Correios em todo o Brasil.

Desenrola Brasil 2.0: Serasa e Correios firmam parceria para ampliar negociações de dívidas
Reprodução

Com objetivo de ampliar o acesso às negociações do Novo Desenrola Brasil 2.0, Serasa e Correios anunciaram uma parceria na segunda-feira 18 de maio. Os consumidores poderão negociar as dívidas presencialmente em mais de 10 mil agências dos Correios em todo o Brasil.

   A ação visa facilitar o acesso aos consumidores que preferem atendimento presencial ou encontram dificuldades no acesso aos canais digitais do programa. Segundo a Serasa, mais de 7,7 milhões de dívidas do programa Desenrola 2.0, que estão disponíveis no site de empresa, poderão ser renegociadas com descontos de até 90%.

   Os Correios passam a atuar com canais presenciais, para apoio aos consumidores que desejam reorganizar a vida financeira e limpar o nome, em todo o país.

  “Muitas pessoas querem negociar suas dívidas, mas ainda enfrentam obstáculos como falta de acesso digital, insegurança ou dificuldade para entender as opções disponíveis. Levar esse atendimento para as agências dos Correios é uma forma de democratizar o acesso às negociações e incentivar a retomada financeira da população”, explica a diretora da Serasa, Aline Maciel, em nota.

Como funciona o Desenrola 2.0?

   Crédito novo para pagar, com descontos, dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

   A dívida renegociada terá:

Descontos entre 30 a 90%;
Taxa de juro máxima de 1,99% ao mês;
Até 48 meses de prazo;
Prazo de até 35 dias para pagamento da primeira parcela;
Limite da nova dívida (após descontos) até R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira;
Garantia do FGO.

Quem pode participar do Desenrola 2.0?

   Brasileiros com renda até 5 salários mínimos (R$ 8.105).

Fonte(s): Jornal O Sul
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