Nova fase da Consulta Popular traz as Assembleias Intermediárias

Etapa aprofunda os debates regionais e prepara a definição das propostas que irão à votação popular.

Nova fase da Consulta Popular traz as Assembleias Intermediárias
Divulgação

   As Assembleias Públicas Intermediárias da Consulta Popular 2025/2026 tiveram início no último sábado, 16/08, dando continuidade ao processo participativo iniciado nas Assembleias Iniciais realizadas em todas as regiões do Rio Grande do Sul. Os encontros são essenciais para o aprofundamento dos debates regionais e a construção coletiva das prioridades que irão à votação popular.

   Durante as reuniões intermediárias, as propostas populares deferidas são organizadas em um Caderno de Demandas Elegíveis por região, conforme estabelece o Regimento Interno da Consulta Popular. Esse material servirá de base para a continuidade das discussões nas Assembleias Intermediárias e, posteriormente, nas Assembleias Regionais Ampliadas.

   Segundo o regimento, os encontros têm o papel de refinar as prioridades regionais, promovendo uma escuta qualificada, com participação técnica e política, garantindo representatividade e legitimidade às demandas que irão compor a cédula de votação.

Participação cresce
   A Consulta Popular 2025/2026 recebeu 1.376 propostas populares por meio do site oficial — número que representa um aumento de 22,82% em relação ao ano anterior, que registrou 1.120 sugestões.

Etapas do processo

* Assembleias Intermediárias: 16 de agosto a 6 de setembro
* Assembleias Regionais Ampliadas: 8 a 26 de setembro
* Votação popular: 6 a 10 de outubro
* Apuração e homologação: até 17 de outubro

   R$?60 milhões de investimento
A Consulta Popular 2025/2026 conta com um orçamento de R$?60 milhões, que será destinado aos projetos escolhidos pela população nas votações regionais. Os recursos serão distribuídos entre os 28 COREDES, considerando critérios técnicos.

   Sobre a Consulta Popular
Criada em 1998, a Consulta Popular é um instrumento de participação direta da população na definição das prioridades regionais. Por meio dela, os cidadãos influenciam diretamente a destinação de parte dos recursos do orçamento estadual.

   Ao longo de mais de duas décadas, a iniciativa se consolidou como uma política pública de escuta e construção coletiva, incentivando o desenvolvimento regional no Rio Grande do Sul. O processo é coordenado pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) e conta com a participação dos COREDES, lideranças locais e a sociedade civil.

Fonte(s): consultapopular.rs.gov.br
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